Novas eleições, velhos sobrenomes: disputa em Pernambuco tem força do DNA e famílias tradicionais na política

As eleições de 2022 em Pernambuco carregam um traço “familiar” nas disputas para o governo e o Senado: a presença de sobrenomes históricos, repassados de geração em geração. São filhos, netos e parentes de ex-gestores ou ex-parlamentares, que mostram a força do DNA na política local.

Quem olha a lista de candidatos ao governo do estado e ao Senado, este ano, focando nos sobrenomes, pode até pensar que pegou o túnel do tempo. Estão lá Arraes, Lyra, Ferreira, Coelho, Krause e Oliveira.



Em cada uma das chapas, a hereditariedade está presente. O tema chamou a atenção no cenário nacional e gerou debate em “O Assunto”, podcast publicado g1, num no bate papo entre a apresentadora Renata Lo Prete e o comentarista político da Globo News, o pernambucano Gerson Camarotti.



Por g1 Pernambuco.

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