Museus em Caruaru: 8 lugares incríveis para conhecer pela cidade

Atualmente Caruaru destaca-se como o mais importante pólo econômico, médico-hospitalar, acadêmico, cultural e turístico do Agreste, sendo também uma cidade famosa por seus museus que reúnem um acervo que reconta em peças, fotografias e textos, os mais belos e importantes acontecimentos da cidade.

Neles, turistas e visitantes têm a oportunidade de se encantar com os marcos temporais de nossa história, vivenciando os momentos-chave que determinaram o curso econômico, cultural e social do município, elevando-o ao patamar de Capital do Agreste Pernambucano, bem como, tornando-o uma das principais referências em arte, comércio, literatura e artesanato do Brasil. Conhecer nossos museus, é sentir pulsar na alma a energia e a força do povo caruaruense, por isso, a equipe da TE AMO CARUARU separou para você todos os museus que existem na nossa cidade para você conhecer, confira:



Museu do Forró Luiz Gonzaga e Museu do Barro – Espaço Zé Caboclo

Esses museus estão localizados em um dos anexos do Espaço Cultural Tancredo Neves. O primeiro piso abriga o Museu do Forró, instituído em homenagem ao grande Rei do Baião, Luiz Gonzaga e a Elba Ramalho. Nele estão os espaços: “Sala do Centenário Luiz Gonzaga”, “Sala Luiz Gonzaga”, “Espaço Festejos Juninos” e “Sala Elba Ramalho”.




Já o segundo piso do espaço divide-se em sala “Mestre Vitalino e família”, sala “Ceramistas do Alto do Moura” e “Acervo Abelardo Rodrigues”. O complexo conta ainda com a Pinacoteca Luisa Maciel e com uma sala de Exposições Temporárias. O acervo é incrivelmente rico e bem conservado, oferecendo aos turistas uma das mais belas amostras da cultura da cidade, tanto em aspectos materiais quanto imateriais.

Sobre as obras do grande Vitalino, o visitante que chega ao Museu do Barro poderá conhecer, de perto, 67 peças do Mestre e 75 de sua família. Importante ressaltar que o acervo desse grande artesão pode ser encontrado em diversas instituições culturais do estado, bem como, do Brasil e do mundo, como as expostas a seguir:



Museu da Fábrica de Caroá

O espaço retrata um dos momentos históricos e econômicos mais ricos de Caruaru. A Fábrica de Caroá trouxe para a cidade o desenvolvimento industrial a partir do beneficiamento do algodão e da fibra do Caroá para fabricação de sacos de estopa, barbantes, tecidos, fios para velas e outros derivados.




Além da geração de emprego e renda, a fábrica ainda inovou trazendo energia elétrica para a cidade, através de uma produção auto- sustentável que gerava excedente para os habitantes locais. Funcionou entre os anos de 1935 a 1978, e hoje seu museu resguarda detalhes da história em textos, fotografias, mobiliário e maquinário, além de peças únicas com bom estado de conservação.

Horário de visitação: terça a sábado, das 8h às 17h. Domingos, das 9h às 13h.

Endereço: Espaço Cultural Tancredo Neves/Praça Coronel José de Vasconcelos, 100, Centro. Cep: 55.000-000



Museu do Cordel Olegário Fernandes

Esse pequeno museu localiza-se na Feira de Caruaru e exibe cordéis que contam a história do homem nordestino. O cordelista caruaruense Olegário Fernandes foi o responsável pela criação do museu que expõe máquinas de xilogravura e linogravura, instrumentos de literatura e arte ainda bastante utilizados pelos artistas regionais. Olegário Filho, também poeta, continua o legado de seu pai, através de declamações e poesias no mesmo local.




Horário de visitação: segunda a sexta, das 8h às 16h. Sábados, das 8h às 14h.

Endereço: Parque 18 de Maio- Dentro da Feira do Importado

Memorial da Cidade






O prédio do Memorial de Caruaru foi inaugurado em 1924 e funcionou como mercado de farinha desde sua inauguração até 1992, passou a ser Memorial da Feira e somente em 2009 foi reinaugurado como Memorial da Cidade de Caruaru para servir de Guardião da memória e da história da cidade.

Horário de visitação: terça a sexta, das 8h às 17h. Sábados, das 8h às 13h.

Endereço: Rua Duque de Caxias, 1000- Centro. Cep: 55.000-000



Casa da Cultura José Condé

Localizada na Feira de Caruaru, a Casa de Cultura José Condé possui salas dedicadas a personagens e elementos da cultura local, bem como a cursos e oficinas de capacitação nas áreas de música, teatro, dança, moda, dentre outras. A “Sala Museu José Condé” abriga acervo doado pela família do escritor caruaruense, nome importante na literatura nacional. No jardim interno da Casa da Cultura está o busto do advogado, escritor e jornalista José Condé, esculpido por Abelardo da Hora.




Horário de visitação: terça a sexta, das 8h às 17h. Sábados, das 8h às 13h.

Endereço: Parque 18 de Maio- Em Frente ao Mercado de Farinha

Museus do Alto do Moura

Casa Museu Mestre Vitalino

Vitalino Pereira dos Santos, o Mestre Vitalino, retratou no barro a sua terra e a sua gente, expressando os sentimentos e vivências de sua cultura, e assim ficou conhecido como Mestre da Arte Figurativa. Sua arte alcança projeções internacionais, afirmando o valor do homem do Agreste e divulgando Caruaru, cidade que se fez mais conhecida e amada, através de sua arte. Sua humilde morada foi transformada em casa museu em abril de 1969, e seu filho Severino Vitalino continua a produzir a arte em barro inspirada por seu pai.




Horário de visitação: terça a sábado, das 8h às 17h. Domingos, das 8h às 12h.

Endereço: Rua Mestre Vitalino, S/N – Alto do Moura

Memorial Mestre Galdino






Manoel Galdino de Freitas, o mestre Galdino, foi um dos mais famosos e importantes ceramistas do Brasil. Sua trajetória teve início em 1974 quando passou a trabalhar no Alto do Moura; foi contemporâneo do Mestre Vitalino, e além de artesão era poeta popular. Destacou-se por criar temas diferentes dos demais ceramistas do bairro, explorando com maestria o surrealismo em suas peças.

O Memorial Mestre Galdino expõe fotografias, painéis informativos, peças e poesias originais desse artesão e poeta popular.

Horário de visitação: terça a sábado, das 8h às 17h. Domingos, das 9h às 13h.

Endereço: Rua São Sebastião, 181 – Alto do Moura



Memorial Mestre Eudócio

O trabalho do grande Mestre Manuel Eudócio alcançou reconhecimento nacional, especialmente no Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. No exterior, conquistou clientes alemães, franceses, portugueses e norte-americanos. Homenageado em exposições e feiras pelo Brasil e contemplado com o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco”, o Mestre Manuel Eudócio faleceu em 2016 deixando um grande legado e dos seus nove filhos, dois deles, Carlos e José Ademilson continuam a arte de moldar o barro.



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